De acordo com as investigações, todo o plano foi orquestrado por Márcia, que não aceitava o término de seu relacionamento com a vítima. No dia do crime, Márcia chamou Antônio por telefone para que ele fosse trocar uma lâmpada em seu apartamento recém alugado, localizado no bairro Eldorado. Quando ele chegou, ela já havia comprado carne e convidado os comparsas Macileide Alves e Erivan Santos para a execução do plano.
A carne foi preparada com remédios controlados e assim que Antônio desmaiou, Márcia o matou desferindo golpes de marreta na cabeça. Os comparsas por sua vez teriam ajudado Márcia a enrolar o corpo em um lençol e a se desfazer dele, com a ajuda de um veículo, abandonando-o e ateando fogo em um Ramal da Transacreana. Foi quando populares o encontraram ainda em chamas e acionaram a polícia.
Após o crime, Márcia e os comparsas tentaram se desfazer de vários objetos que teriam sido manchados com sangue para evitar que fossem descobertos pela polícia. O colchão onde Antônio teria sido assassinado foi encontrado em um terreno do Ramal da Piçarreira, completamente queimado, a moto da vítima foi deixada estacionada em frente ao apartamento de Márcia, depois foi vendida para terceiros em um valor de R$ 2 mil reais.
Para a polícia, as investigações, provas, depoimentos de testemunhas e dos próprios envolvidos foram suficientes para determinar suas prisões, não havendo dúvidas de que os três participaram diretamente da execução de Antônio Araújo. Todos deverão responder pelo crime de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.
fonte contilnetnoticias.com.

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