Tião diz que este é um ano atípico para todos os estados brasileiros por ser um ano de crise e de reajuste orçamentário. Segundo ele, a prioridade agora é trabalhar em uma possível enchente e nas limpezas dos bairros.
“Decidimos não assumir esses grandes eventos. Nossa prioridade é focar o trabalho no enfrentamento ao inverno. Esperamos no próximo ano retomar com essa festa que é uma manifestação cultural do país. Pedimos a compreensão da população”, disse.
No ano passado, o Acre viveu a pior enchente da história em relação a prejuízos. Milhares de famílias foram retiradas de suas casas e levadas para abrigos públicos. Mesmo com todos os planos estabelecidos pelo governo e prefeitura, a situação saiu do controle e o governador chegou a ficar entre a cruz e a espada para a realização do Carnaval.
Para um público a festa seria necessária, para outros era momento de colaborar com as famílias atingidas, já que o estado ficou em situcação de calamidade.
“Nossos esforços estão voltados para o enfrentamento ao inverno. Infelizmente, temos que sacrificar a realização do carnaval público e priorizar as ações nos bairros, na cidade”, ressaltou.
Governador e prefeito com a equipe de organização do Carnaval (Foto: Clériston Amorim)
População pode promover festa
Embora o Estado não vá bancar a festa, a população pode promover o evento por conta própria. Tião Viana disse que a disponibilizará policiais caso a população faça desfiles de blocos.
“Nada impede que a população faça sua festa, que mobilizem os blocos de rua, que brinquem e se divirtam", disse o prefeito Marcus Alexandre.
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